Só, somente só
A espera é longa
corroído pelo tempo
estou deserto
Espero um homem
companheiro solitário
e pensativo
o apoio, discreto
Uma mulher, em reflexão
reativando memórias
sonhando o futuro
a acolho, em imaginação
Um casal, em juras de amor
com sorrisos e carícias
a cerca da felicidade
os aceito, em emoção
Os dias vem e vão
os que a mim vieram
trouxeram segredos
estórias deixaram
Só, somente só
em dias de sol
em dias de chuva
em noites enluaradas.
sábado, agosto 31, 2013
quarta-feira, agosto 21, 2013
quinta-feira, julho 25, 2013
O Papa entre Nós
Um Papa carismático está entre nós. Ele pede aos jovens de todas as idades que tenham fé. Que acreditem nos seu sonhos e que tenham Deus em seus corações. Ele pede que prestemos a atenção a essas pequenas coisas. Um simbolismo com o comportamento que temos diariamente, quando damos importância coisas menores.
quarta-feira, abril 17, 2013
O Mundo Gira no Rock 'n' Roll
O MUSE é uma das minhas bandas preferidas.
Considerei muito ir nesse dia ao Rock in Rio, mas por acreditar que ainda haverá oportunidade de ver o MUSE em outra ocasião, optei por um desejo antigo ver Bruce Springsteen, o velho e poderoso Chefão americano.
O MUSE ficou pro Ayrton Lopes, que me remete a um tempo que mamãe Sandra Silva ainda me acompanhava nessas aventuras roqueiras, enterradas num longínquo 1985, na grama lameada, quando chegaram juntas ao solo carioca um monte de grandes bandas roqueiras, que naquela época eu só via em sonhos num céu de diamantes. Esse sonho mamãe não acompanhou e ficou tudo parado lá. Num daqueles dias Regina Fagundes, descobriu que cachaça se bebe como água, heavy metal é um mundo que existe, que nesse mundo tem pirâmides, um monstro enlouquecido que pega guitarristas, que ele se chama Eddie e que o Iron Maiden é The Best!
Mas um mundo melhor gira e o tempo passa por outras bandas, por outros teatros de sonhos que Diego Bellato, ainda criança, um dia descobriu, sonolento que seus ouvidos jamais seriam os mesmos.
E como gira volta ao início, lembra disso?
Lá estava eu gravando para a eternidade minha voz, com medo que a escuridão me fechasse os olhos antes de ver que o Vinicius, que tia Céia preocupada me recomendou, se libertasse das suas correntes e descobrisse que Sepultura levanta poeira e que pular e gritar num headbanger alucinante abre caminho para um mundo, que tem um monstro enlouquecido que pega guitarristas, que ele se chama Eddie e que o Iron Maiden é The Best!
Só meu pai pra mostrar esse mundo novo diria Guilherme Cholbi que soou aos meus ouvidos como um solo do Neil Young daqueles que nunca terminam.
Não estarei lá pra ver Ayrton e suas descobertas, mas a emoção já começou, vou esperar que ele me conte, como me contou Michel Pereira - leia em Rádio Piratha - na ultima vez que lembrei que rock and roll lava a alma.
Considerei muito ir nesse dia ao Rock in Rio, mas por acreditar que ainda haverá oportunidade de ver o MUSE em outra ocasião, optei por um desejo antigo ver Bruce Springsteen, o velho e poderoso Chefão americano.
O MUSE ficou pro Ayrton Lopes, que me remete a um tempo que mamãe Sandra Silva ainda me acompanhava nessas aventuras roqueiras, enterradas num longínquo 1985, na grama lameada, quando chegaram juntas ao solo carioca um monte de grandes bandas roqueiras, que naquela época eu só via em sonhos num céu de diamantes. Esse sonho mamãe não acompanhou e ficou tudo parado lá. Num daqueles dias Regina Fagundes, descobriu que cachaça se bebe como água, heavy metal é um mundo que existe, que nesse mundo tem pirâmides, um monstro enlouquecido que pega guitarristas, que ele se chama Eddie e que o Iron Maiden é The Best!
Mas um mundo melhor gira e o tempo passa por outras bandas, por outros teatros de sonhos que Diego Bellato, ainda criança, um dia descobriu, sonolento que seus ouvidos jamais seriam os mesmos.
E como gira volta ao início, lembra disso?
Lá estava eu gravando para a eternidade minha voz, com medo que a escuridão me fechasse os olhos antes de ver que o Vinicius, que tia Céia preocupada me recomendou, se libertasse das suas correntes e descobrisse que Sepultura levanta poeira e que pular e gritar num headbanger alucinante abre caminho para um mundo, que tem um monstro enlouquecido que pega guitarristas, que ele se chama Eddie e que o Iron Maiden é The Best!
Só meu pai pra mostrar esse mundo novo diria Guilherme Cholbi que soou aos meus ouvidos como um solo do Neil Young daqueles que nunca terminam.
Não estarei lá pra ver Ayrton e suas descobertas, mas a emoção já começou, vou esperar que ele me conte, como me contou Michel Pereira - leia em Rádio Piratha - na ultima vez que lembrei que rock and roll lava a alma.
domingo, maio 20, 2012
Luzes da cidade - Cristo e a Fotografia
Há dois meses tomei uma atitude que mudaria a minha vida. Resolvi aprender a fotografar profissionalmente.
A palavra "profissional" cria uma expectativa pelo que você irá ler adiante, sugiro não leva-la ao pé da letra.
Depois de embaralhar minha mente com palavras como fotometria, número F, diafragma, histograma entre outras, adicionadas a breves teorias sobre entrada e saída da luz; temia ser incapaz de ir adiante, saber controlar tanta informação e pô-las em prática sem que o HD cerebral entrasse em colapso.
A tensão aumentava, principalmente pelo fato de que alguém que se proponha a ser um profissional de fotografia, precisa no mínimo de uma câmera e não é o meu caso. Convidado a uma aula teórica no Mosteiro de São Bento no Rio de Janeiro, local que, apesar de carioca, ainda não havia conhecido. Chegando lá a escuridão imperava e fui avisado pela Daiane que era muito difícil fotografar lá. Daiane, alem de minha futura nora tem bastante responsabilidade pelo momento aprendizfotógrafoansiosoestressado que vivo. Ela iniciou um curso básico, com a coragem que não tive a vida inteira. Era a senha. Chegou a hora e como aprendi, tudo tem seu tempo.
Pedi a câmera de Lady Dai e fui me aventurar num terreno escuro e o brilho por trás da escuridão se revelou para mim.
Lembra quando falei que o profissional, não era pra ser levado tão à sério? A foto ficou "tremida" porque não achei o termo técnico pra substituí-la. Mas eu vi a luz!
Desacelerei o coração e a mente entrou em total estado de excitação. Um apoio e uma foto mais clara poderia surgir, serve esse mural de madeira que separa o salão do corredor lateral do Mosteiro.
Pois é... não funcionou, mas não me dei por vencido. Há chão firme sob meus pés e um mosaico sobre minha cabeça.
Saí de lá empolgado. E decidido a arrumar uma câmera. E é uma Nikon 8800 VR e seus limitados recursos perto do que se tem hoje. Mas o suficiente para começar a me empenhar ainda mais no aprendizado.
E eu vi a luz pela segunda vez em uma semana!
Lembra aquela história do "profissional"? Nunca leve isso à sério!
A emoção que senti depois dessas experiências, não se descreve num blog, não é possível compartilhar plenamente. Um dia provavelmente vou dizer a mim mesmo que essas fotos são... o que importa?
O que me atrai são as possibilidades. Os olhos com que passo a olhar o mundo.
Profissional? Emocional é muito melhor!
Vejam todas as fotos no Facebook e Google+
E lá no Cristo Redentor o vento estava muito frio!
A palavra "profissional" cria uma expectativa pelo que você irá ler adiante, sugiro não leva-la ao pé da letra.
Depois de embaralhar minha mente com palavras como fotometria, número F, diafragma, histograma entre outras, adicionadas a breves teorias sobre entrada e saída da luz; temia ser incapaz de ir adiante, saber controlar tanta informação e pô-las em prática sem que o HD cerebral entrasse em colapso.
A tensão aumentava, principalmente pelo fato de que alguém que se proponha a ser um profissional de fotografia, precisa no mínimo de uma câmera e não é o meu caso. Convidado a uma aula teórica no Mosteiro de São Bento no Rio de Janeiro, local que, apesar de carioca, ainda não havia conhecido. Chegando lá a escuridão imperava e fui avisado pela Daiane que era muito difícil fotografar lá. Daiane, alem de minha futura nora tem bastante responsabilidade pelo momento aprendizfotógrafoansiosoestressado que vivo. Ela iniciou um curso básico, com a coragem que não tive a vida inteira. Era a senha. Chegou a hora e como aprendi, tudo tem seu tempo.
Pedi a câmera de Lady Dai e fui me aventurar num terreno escuro e o brilho por trás da escuridão se revelou para mim.
Lembra quando falei que o profissional, não era pra ser levado tão à sério? A foto ficou "tremida" porque não achei o termo técnico pra substituí-la. Mas eu vi a luz!
Desacelerei o coração e a mente entrou em total estado de excitação. Um apoio e uma foto mais clara poderia surgir, serve esse mural de madeira que separa o salão do corredor lateral do Mosteiro.
Pois é... não funcionou, mas não me dei por vencido. Há chão firme sob meus pés e um mosaico sobre minha cabeça.
Saí de lá empolgado. E decidido a arrumar uma câmera. E é uma Nikon 8800 VR e seus limitados recursos perto do que se tem hoje. Mas o suficiente para começar a me empenhar ainda mais no aprendizado.
Uma semana depois, aceito um convite para um evento sobre a prevenção e cura da Hepatite C a ser realizado no Cristo Redentor e a subida no Trem do Corcovado seria ás 17 hs. Aceitei, confesso sem ligar para o evento e sim pela possibilidade de fotografar de lá a Cidade Maravilhosa à noite. E lá fui eu, dona Regina a diretora Leila que proporcionou o evento através de uma amigo no Facebook e seu marido e meu prino Cidinho, que, assim como eu não conhecia o Mosteiro, ele debutava no Cristo Redentor.
Lembra que falei pra não levar tão à sério a expressão profissional? Pois é, ela vem junto com uma pequena carga de pressão por fotos perfeitas da parte dos amigos, ainda que não seja explícita.
Chegamos pontualmente, há de se destacar que, é coisa rara em se tratando das pessoas envolvidas.
O entardecer era de céu claro, sem nuvens em volta do monumento, o que me fez lembrar dos meus amigos de Cascavel que em dezembro passado, não tiveram a mesma sorte.
Algumas fotos no automático da câmera, para liberar a pressão dos companheiros de passeio e não correr o risco de não ter registrado o momento por ser um "profissional" e fui à luta. Verdadeiro combate entre eu, a escuridão, o brilho do Cristo Redentor e os poucos recursos da câmera. Sempre vendo a assombração de meu professor Edson Gama, me respondendo, quando perguntei se conseguiria fazer alguma foto com aquela Nikon... NÃO! Mas junto com um incentivo... TENTA...
Lembra aquela história do "profissional"? Nunca leve isso à sério!
A emoção que senti depois dessas experiências, não se descreve num blog, não é possível compartilhar plenamente. Um dia provavelmente vou dizer a mim mesmo que essas fotos são... o que importa?
O que me atrai são as possibilidades. Os olhos com que passo a olhar o mundo.
Profissional? Emocional é muito melhor!
Vejam todas as fotos no Facebook e Google+
E lá no Cristo Redentor o vento estava muito frio!
quinta-feira, junho 30, 2011
Diversionismo Desgastativo
"Calunismos! Não obstante o Facebook permitir confabulâncias sigilentas. Prafrentemente, quem não reconhecer em seu linguajar coloquiamento sigiloso, com todos os acautelatórios vastamente pesquisados nos anais e menstruais da História, não merece adulância. Emboramente, como na imprensa lida, olhada e escutada, diversionismo desgastativo seja comum, nunca li ideia desapretechada de sensatismo em suas palavras. É apenas opinião de gente badernista, desaforista e subversenta."
Quantas vezes ao traduzir seu pensamento em palavras, escritas ou faladas, notou em seu leitor ou ouvinte, interpretação diferente do seu raciocínio original?
É interessante descobrir que sua mensagem atinge campos que inicialmente você nem poderia imaginar. Dando a ela sentido poético, expandindo-se dentro da imaginação de quem comunica.
Ainda que as palavras tenham essa capacidade de viajar pelos caminhos da imaginação, podem ser tratadas como ofensivas ou agressivas quando originalmente tenham sido agrupadas para acariciar ou elogiar.
O parágrafo que abre esse texto, foi inspirado em Odorico Paraguaçu, Prefeito da cidade de Sucupira, personagem criado pelo dramaturgo Dias Gomes, simboliza o político do interior brasileiro na maneira de se expressar, mas que bem poderia ser comparado a qualquer um participante do Congresso atual, no seu comportamento. Utiliza vários neologismos criados pelo personagem, para fazer uma brincadeira com um amigo muito querido. Postada no Facebook, foi alvo de vários comentários, críticos em sua maioria o que provocou verdadeiro frisson no grupo de debates Opinião.
É notório, lendo-se os comentários, que poucos entenderam a mensagem, talvez pela dificuldade em decifrá-la ou por não terem tido tal preocupação. O fato é que a língua portuguesa pode ter suas limitações, mas sua interpretação é dotada de asas para voar.
A obra satisfaz ao seu criador, quando vai alem das fronteiras da sua imaginação e deixa livre a quem aprecia para levá-la alem. Nesse caso, porem, ao criador cabe trazê-la de volta dando-lhe tons esclarecedores e traduzindo sua mensagem.
Calúnias! Ainda que o Facebook, possibilite conversas particulares, no futuro quem não reconhecer em seus textos, palavras com todos os predicados, vastamente pesquisados nos anais da História, não merece respeito. Embora como na imprensa escrita e falada, desgastantes divergências sejam comuns, nunca li ideia desprovida de sentido em suas palavras. É apenas opinião de gente, baderneira, desaforada e bajuladora.
quinta-feira, agosto 26, 2010
O Baú
havia um baú que o tempo envelheceu
nele, memórias riscadas sobre papéis
que amarelam com o sol
inertes e esquecidos
memórias apaixonadas
memórias sobre conflitos
memórias sobre incertezas
ritos de passagem
nele, memórias riscadas sobre papéis
que amarelam com o sol
inertes e esquecidos
memórias apaixonadas
memórias sobre conflitos
memórias sobre incertezas
ritos de passagem
Reflexões
Meu coração era um vagabundo
desprovido de razão
vagava por esse mundo
carente de uma paixão
Era o que queria dizer quando incentivado por um amigo, transformei meus pensamentos em frases perdidas numa folha de papel. A adolescência nos revela desejos doloridos que nos marcam a vida, com uma pureza que só enxergamos mais maduros.
desprovido de razão
vagava por esse mundo
carente de uma paixão
Era o que queria dizer quando incentivado por um amigo, transformei meus pensamentos em frases perdidas numa folha de papel. A adolescência nos revela desejos doloridos que nos marcam a vida, com uma pureza que só enxergamos mais maduros.
Capturando o Vento
A palavra entusiasmo vem do grego e significa "ter um deus dentro de si". Os gregos eram politeístas, isto é, acreditavam em vários deuses. A pessoa entusiasmada era aquela "preenchida" por um dos deuses e por isso poderia transformar a natureza e fazer as coisas acontecerem. Assim, se você fosse entusiasmado por Deméter (deusa da Agricultura, chamada Ceres na mitologia romana) você seria capaz de fazer acontecer a melhor colheita, e assim por diante. Segundo os gregos, só as pessoas entusiasmadas eram capazes de vencer os desafios do cotidiano, criar uma realidade ou modifica-la. Portanto, era preciso entusiasmar-se, ou seja, "abrigar um deus em si"!
Por isso, as pessoas entusiasmadas acreditam em si, agem com serenidade, alegria e firmeza. E acreditam igualmente nos outros entusiasmados. Não é o sucesso que traz o entusiasmo, é o entusiasmo que traz o sucesso. O entusiasmo é bem diferente do otimismo.
Otimismo significa esperar que uma coisa dê certo.
Entusiasmo é acreditar que é possível fazer dar certo.
Por isso, as pessoas entusiasmadas acreditam em si, agem com serenidade, alegria e firmeza. E acreditam igualmente nos outros entusiasmados. Não é o sucesso que traz o entusiasmo, é o entusiasmo que traz o sucesso. O entusiasmo é bem diferente do otimismo.
Otimismo significa esperar que uma coisa dê certo.
Entusiasmo é acreditar que é possível fazer dar certo.
recebida por email
segunda-feira, março 01, 2010
Ouvir o Hino na Copa!
Estudei em um colégio onde os nomes de seus diretores vinham acompanhados de patentes militares. O uniforme era verde no mesmo tom utilizado pelo Exército Brasileiro. Havia um velho coordenador, do qual não lembro o nome, que usava um corte de cabelo "reco" e o apelidávamos de "Festinha", pois na posição que ocupava era o principal mentor dos eventos festivos que aconteciam no colégio.
Na época vigorava a plena ditadura militar e os eventos relacionados ao regime, chegavam aos meus ouvidos em forma de suspensão da aula. Não preciso mas irei acrescentar que o regime disciplinar no colégio seguia os mesmos moldes.
Um belo dia o Festinha entra em minha sala de aula nos primeiros dias de um ano letivo, pede a toda a turma que fique de pé e cante a todo pulmão todo o Hino Nacional Brasileiro. Confesso, fui pego de surpresa. Ainda que naquela idade já soubesse cantar mais partes do nosso hino, do que a maioria das pessoas de um estádio lotado em jogo da seleção, tremi na base. Cantei o que sabia e o que não havia decorado, fiz o que a maioria dos brasileiros fazem nessa ocasião, um abre e fecha de boca que faria frente aos artistas pop que se apresentam nos programas dominicais de auditório ou a Britney Spears sem o recurso do play back.
O Festinha percebeu e olhando para mim, ameaçou voltar na semana seguinte, quando queria ver a turma afiada no coral, com um castigo pronto para quem não entendesse que "quem sabe faz ao vivo".
Salvo engano, foi meu primeiro ato de patriotismo, aprendi o Hino Nacional, todo, de ponta a ponta, em uma semana. O Festinha nunca voltou para cobrar a lição, mas me deixou a satisfação de poder cantar o Hino Nacional, toda vez que é necessário.
Considero uma pena não exercitar esse dever constantemente e ao longo do tempo me perder entre as estrofes dos seus belos versos. E hoje ao assistir a final do hóquei no gelo entre Canadá e EUA, fiquei impressionado, pois o time inteiro do Canadá que jogava em casa cantou o hino do seu país junto com sua torcida depois de uma vitória épica. No entanto o que vemos dos nossos jogadores, em todos os esportes é um silêncio profundo, "simulador" de respeito e principalmente um desleixo em não se preocupar a aprender os belos versos que retratam a nossa pátria
Deveriam começar a representar bem o nosso país, nossa cultura, cantando com emoção todos os nossos valores, seria um estímulo ainda maior à nossa torcida.
"Festinha" na seleção... só aquelas que a fente ouve falar...
quarta-feira, abril 01, 2009
Sentido?
Nem sei por onde andava, mas encontrei
motivos para voltar aqui
pensamentos nebulosos, coisa e tal
fazem algum sentido, agora ou nunca
palavras, era do que eu precisava,
rodopiam em minha volta
aquelas que eu nem queria dizer
mas ouvi
perguntas, queria estar longe de você
encontrar um caminho reto
no infinito de um ponto
mas parei
black, ouvia e lembrava
imensidão sem nenhum sentido
why? gritos na multidão
rodopiam em minha volta.
motivos para voltar aqui
pensamentos nebulosos, coisa e tal
fazem algum sentido, agora ou nunca
palavras, era do que eu precisava,
rodopiam em minha volta
aquelas que eu nem queria dizer
mas ouvi
perguntas, queria estar longe de você
encontrar um caminho reto
no infinito de um ponto
mas parei
black, ouvia e lembrava
imensidão sem nenhum sentido
why? gritos na multidão
rodopiam em minha volta.
sábado, junho 28, 2008
La Bordoada
Sou torcedor do Flamengo, faço parte de uma torcida que se acostumou a grandes times e bom futebol. A lembrança me traz de volta principalmente o Mengão Campeão do Mundo, com Zico, Junior, Adílio, Leandro e cia. Para não ficar apenas na paixão rubro-negra, lembro do Santos de Pelé que cansei de ver jogar, minha primeira partida no Maraca foi um Fla x Santos vencido pelo Santos. lembro do Inter de Falcão, do São Paulo de Raí e Telê, Grêmio de Renato e Paulo Cesar.
Nosso grande rival o Vasco, pode entrar nesta lista com Juninho Pernanbucano o outro Paulista e Romário.
Lembro da Máquina tricolor, fui no Maraca ver esse time de Rivelino, dar um show de bola no Bayern Munich, Campeão Europeu, no Maraca. Um jogo inesquecível.
Porque agora, à beira da conquista da Libertadores, não me parece que a torcida do Flu tenha motivos para se orgulhar deste time, que bradam à plenos pulmões, irá fazer história por ser a primeira conquista deste torneio.
Claro, o torcedor tem que comemorar, mas sejamos sensatos, mesmo que sensatez não seja característica de nenhum torcedor, ir para a final, em casa, contra a LDU do Equador, depois de ter tomado uma sova em 45 min e ter que tirar uma diferença de dois gols, deve deixar os tricolores de cabelo em pé.
Dá pra acreditar, claro, mas muito mais pela fragilidade da defesa adversária, pela força e fé da torcida, do que propriamente no time. Vá lá, tem um Conca, um Thiago Silva, mas será que no futuro a torcida tricolor quando lembrar deste time vai falar o Fluminense de Fernando Henrique? Ele sim é o grande destaque desse time, com defesas milagrosas, que já evitaram outras derrotas e nesta ultima operou mais um milagre evitando o quinto gol da LDU, o que significaria maior dificuldade e virar o resultado.
Tricolores sofrei, na quarta feira!!!
Dá para acreditar, mas não dá pra confiar.
Nosso grande rival o Vasco, pode entrar nesta lista com Juninho Pernanbucano o outro Paulista e Romário.
Lembro da Máquina tricolor, fui no Maraca ver esse time de Rivelino, dar um show de bola no Bayern Munich, Campeão Europeu, no Maraca. Um jogo inesquecível.
Porque agora, à beira da conquista da Libertadores, não me parece que a torcida do Flu tenha motivos para se orgulhar deste time, que bradam à plenos pulmões, irá fazer história por ser a primeira conquista deste torneio.
Claro, o torcedor tem que comemorar, mas sejamos sensatos, mesmo que sensatez não seja característica de nenhum torcedor, ir para a final, em casa, contra a LDU do Equador, depois de ter tomado uma sova em 45 min e ter que tirar uma diferença de dois gols, deve deixar os tricolores de cabelo em pé.
Dá pra acreditar, claro, mas muito mais pela fragilidade da defesa adversária, pela força e fé da torcida, do que propriamente no time. Vá lá, tem um Conca, um Thiago Silva, mas será que no futuro a torcida tricolor quando lembrar deste time vai falar o Fluminense de Fernando Henrique? Ele sim é o grande destaque desse time, com defesas milagrosas, que já evitaram outras derrotas e nesta ultima operou mais um milagre evitando o quinto gol da LDU, o que significaria maior dificuldade e virar o resultado.
Tricolores sofrei, na quarta feira!!!
Dá para acreditar, mas não dá pra confiar.
terça-feira, junho 24, 2008
A volta
Era um domingo qualquer. Saí de casa animado, era um jogo importante do campeonato de pelada no clube. Mais um motivo para rever os amigos, praticar o meu esporte preferido e relaxar as tensões da semana de trabalho.
Foi uma bola que veio da direita, muito mais para mim que o adversário. Vislumbrei o contra ataque rápido, toquei com a direita e parti na corrida, só não contava com a dor que saiu do joelho direito correndo por toda a extensão da perna entre me fazendo ver estrelas e aquela cena que correu o mundo do Ronaldo Fenômeno com a camisa do Inter de Milão na ocasião da sua primeira grave contusão no joelho.
Não dava para caminhar, saí carregado. Junto com a dor vieram imagens que mal podia acreditar que iriam se materializar no futuro, tive a sensação que era grave e dali fui direto para o médico, ouvir o primeiro veredicto, rompimento do ligamento cruzado anterior e meniscos, deu vontade de chorar.
O que pode parecer simples para qualquer pessoa que acompanha futebol e quase rotineiramente cirurgias de atletas com esta mesma contusão, não foi simples para mim.
Vivendo um momento de grande dificuldade financeira, graves problemas no trabalho que vieram com uma demissão ao final do ano anterior de 2001, sem planos de saúde, sem dinheiro para arcar com um valor de quinze mil reais, estipulados pelo médico, que ainda disse que preferia não me operar, porque se acontecesse um imprevisto durante a cirurgia e ele precisasse usar recursos que onerariam o custo, corria o risco de se aborrecer comigo por ter combinado um valor e acabar tendo sido outro. Foi duro.
Entre várias consultas, dores constantes, visitas a médicos fui acabar em uma fila de hospital público que durou aproximadamente seis longos anos. Durante esse período entendi muito melhor o que é ter equilíbrio emocional, dedicação, superação e paciência com as lições que vida lhe proporciona.
Em outubro do ano passado fiz a minha cirurgia, deu tudo certo e ouvi do médico que em seis meses poderia voltar as minhas atividades normais, o que fez que um amigo já marcasse o retorno às peladas para o dia 21 de abril, data em que iria comemorar meus 50 anos.
Cumpri nestes seis meses toda a orientação médica e hoje caminho normalmente, sem dores e nesta semana finalmente voltei a jogar uma pelada entre amigos como nos bons tempos.
Havia uma grande insegurança e apesar do incentivo dos amigos, sempre fazia questão de previni-los que não tinha boas condições de jogo, que não esperassem de mim, grandes jogadas e que a bola tinha que vir no pé, como se diz na gíria dos peladeiros.
No começo, toda a minha insegurança se fez realidade, errando jogadas que nunca imaginei errar, beirando ao ridículo a minha participação. Olho para meu filho de 20 anos que participava da pelada e sempre teve vontade de jogar comigo, lamentando por esse período que minha contusão nos impedisse esse prazer e penso: eu preciso continuar, preciso entender minhas limitações atuais e vencer os desafios que criei para mim, perceber que eles estão em minha mente, só eu posso vencer essa batalha, só eu posso criar para mim o melhor momento, só eu posso vencer. A vida me ensinou que preciso me superar e eu precisava passar nessa prova.
Por esses anos sonhei em voltar a praticar esportes, sonhos reais, de grandes jogadas, de estar novamente entre amigos dentro dos campos de várzea, de comemorar vitórias, era sonho apenas.
Recebo uma bola na entrada da área, devolvo aquele que me deu o passe em condições de chute e este me toca novamente, numa tabela digna das jogadas dos meus melhores sonhos, estava diante do goleiro, os zagueiros adversários num esforço considerável para voltar em condições de salvar o que poderia ser mais um gol, dominei a bola com calma, como naqueles filmes com grandes efeitos especiais a cena toda se desenrola como que em câmera lenta, zagueiro chegando, goleiro diminuindo o angulo, a minha mente congelando, uma história de seis anos passando na tela do tamanho de uma baliza. Um filme de suspense, era o meu momento.
A cena volta a andar na sua velocidade normal, ameaço o chute, o goleiro acredita que eu tocaria no canto e se entrega a defesa e se desequilibra, olho o zagueiro bem próximo, só havia uma jogada, com um leve toque por baixo da bola, surpreendo a todas, encobrindo o goleiro lentamente a bola vai descaindo dentro do gol, a tocar na rede, escuto a pequena platéia vibrar, surpresa com o desenlace da jogada, subitamente uma emoção toma conta de mim, estremecendo meu corpo, caminho em direção ao meu filho e recebo seu abraço e de outros amigos, é o meu momento, como nos bons tempos.
Foi uma bola que veio da direita, muito mais para mim que o adversário. Vislumbrei o contra ataque rápido, toquei com a direita e parti na corrida, só não contava com a dor que saiu do joelho direito correndo por toda a extensão da perna entre me fazendo ver estrelas e aquela cena que correu o mundo do Ronaldo Fenômeno com a camisa do Inter de Milão na ocasião da sua primeira grave contusão no joelho.
Não dava para caminhar, saí carregado. Junto com a dor vieram imagens que mal podia acreditar que iriam se materializar no futuro, tive a sensação que era grave e dali fui direto para o médico, ouvir o primeiro veredicto, rompimento do ligamento cruzado anterior e meniscos, deu vontade de chorar.
O que pode parecer simples para qualquer pessoa que acompanha futebol e quase rotineiramente cirurgias de atletas com esta mesma contusão, não foi simples para mim.
Vivendo um momento de grande dificuldade financeira, graves problemas no trabalho que vieram com uma demissão ao final do ano anterior de 2001, sem planos de saúde, sem dinheiro para arcar com um valor de quinze mil reais, estipulados pelo médico, que ainda disse que preferia não me operar, porque se acontecesse um imprevisto durante a cirurgia e ele precisasse usar recursos que onerariam o custo, corria o risco de se aborrecer comigo por ter combinado um valor e acabar tendo sido outro. Foi duro.
Entre várias consultas, dores constantes, visitas a médicos fui acabar em uma fila de hospital público que durou aproximadamente seis longos anos. Durante esse período entendi muito melhor o que é ter equilíbrio emocional, dedicação, superação e paciência com as lições que vida lhe proporciona.
Em outubro do ano passado fiz a minha cirurgia, deu tudo certo e ouvi do médico que em seis meses poderia voltar as minhas atividades normais, o que fez que um amigo já marcasse o retorno às peladas para o dia 21 de abril, data em que iria comemorar meus 50 anos.
Cumpri nestes seis meses toda a orientação médica e hoje caminho normalmente, sem dores e nesta semana finalmente voltei a jogar uma pelada entre amigos como nos bons tempos.
Havia uma grande insegurança e apesar do incentivo dos amigos, sempre fazia questão de previni-los que não tinha boas condições de jogo, que não esperassem de mim, grandes jogadas e que a bola tinha que vir no pé, como se diz na gíria dos peladeiros.
No começo, toda a minha insegurança se fez realidade, errando jogadas que nunca imaginei errar, beirando ao ridículo a minha participação. Olho para meu filho de 20 anos que participava da pelada e sempre teve vontade de jogar comigo, lamentando por esse período que minha contusão nos impedisse esse prazer e penso: eu preciso continuar, preciso entender minhas limitações atuais e vencer os desafios que criei para mim, perceber que eles estão em minha mente, só eu posso vencer essa batalha, só eu posso criar para mim o melhor momento, só eu posso vencer. A vida me ensinou que preciso me superar e eu precisava passar nessa prova.
Por esses anos sonhei em voltar a praticar esportes, sonhos reais, de grandes jogadas, de estar novamente entre amigos dentro dos campos de várzea, de comemorar vitórias, era sonho apenas.
Recebo uma bola na entrada da área, devolvo aquele que me deu o passe em condições de chute e este me toca novamente, numa tabela digna das jogadas dos meus melhores sonhos, estava diante do goleiro, os zagueiros adversários num esforço considerável para voltar em condições de salvar o que poderia ser mais um gol, dominei a bola com calma, como naqueles filmes com grandes efeitos especiais a cena toda se desenrola como que em câmera lenta, zagueiro chegando, goleiro diminuindo o angulo, a minha mente congelando, uma história de seis anos passando na tela do tamanho de uma baliza. Um filme de suspense, era o meu momento.
A cena volta a andar na sua velocidade normal, ameaço o chute, o goleiro acredita que eu tocaria no canto e se entrega a defesa e se desequilibra, olho o zagueiro bem próximo, só havia uma jogada, com um leve toque por baixo da bola, surpreendo a todas, encobrindo o goleiro lentamente a bola vai descaindo dentro do gol, a tocar na rede, escuto a pequena platéia vibrar, surpresa com o desenlace da jogada, subitamente uma emoção toma conta de mim, estremecendo meu corpo, caminho em direção ao meu filho e recebo seu abraço e de outros amigos, é o meu momento, como nos bons tempos.
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
Botafogo
Foi um final de semana decisivo.
Em jogo a Taça Guanabara e a conquista de uma vaga na final do Campeonato Carioca. Mais um Flamengo x Botafogo decisivo. Um tira-teima em Taças GB. No passado, cada um havia ganho uma em decisões entre eles. Outro tira-teima após uma sequência de empates eletrizantes nos últimos cinco jogos.
O Botafogo tem torcedores diferentes. Não sei definir completamente, o Botafogo não ganha muitos títulos, nem sempre chega nas finais, seu torcedor é um apaixonado indiferente, com surtos de loucura fulminante e desespero incontrolável. Ele é engraçado, fanático e ao mesmo tempo tem ares de lucidez. Todos os botafoguenses que eu conheço são especiais, diferentes dos outros torcedores. É um anti-herói. O anti-herói é aquele que foge ao estilo clássico do herói. Não é forte nem bonitão, não é galã, às vezes inteligente mas as coisas podem acontecem a seu favor, mesmo que ele não queira.
O jogo termina com a vitória do Flamengo. Uma decisão pra ser legal tem que ter uma dose maciça de emoção, polêmica e nervosismo. Não dá pra ficar assistindo como a um jogo de tênis, em silêncio. E essa teve de tudo.
Até o descabido descontrole geral do Botafogo. O que foi aquela coisa, um monte de marmanjos, choramingando, um presidente demissionário em público, no olho do furacão. Lembrei da "Tropa de Sofredores" . Esse ano desandou cedo.
Aquele chororô todo, foi causado por tantos motivos, de tantos acontecimentos contrários, tantas coisas que disseram e fizeram contra o Botafogo que dava pena de se perceber que tudo aquilo iria virar chacota. Eram um bando de pobre coitados, infelizes, orfãos de uma vitória. Vítimas de uma conspiração imaginária. Meus amigos botafoguenses não mereciam.
As vitórias são feitas de momentos sublimes, decisivos, principalmente inspirados, por isso marcantes e belos.
Já estava 2 x 1 para o Flamengo quando foi lançada uma bola sobre a área, por cima da defesa, encontrando Wellinton Paulista, o artilheiro, os corações param por um instante, os olhos procuram um impedimento que não havia. O goleiro sai em total desespero. O artilheiro, mata no peito de forma clássica, dá um voleio e... a bola vai para a geral se ela ainda existisse, junto vão os sonhos botafoguenses e o coração rubro-negro volta a funcionar animado.
Poderia ter sido assim, o artilheiro, mata no peito já sabendo do desespero do goleiro, antecipando o pior, quando a bola descai um pouco ainda sobre seu controle ele a levanta levemente com o pé direito, encobre o goleiro que passa lotado, o artilheiro ainda é tocado pelo desespero do goleiro que tenta fazer um penalty como um último recurso, mesmo desequilibrado o artilheiro toca de cabeça e empata a partida.
O que aconteceria depois é imaginação, mas ninguem esqueceria esse momento.
Faltou foi talento.
Em jogo a Taça Guanabara e a conquista de uma vaga na final do Campeonato Carioca. Mais um Flamengo x Botafogo decisivo. Um tira-teima em Taças GB. No passado, cada um havia ganho uma em decisões entre eles. Outro tira-teima após uma sequência de empates eletrizantes nos últimos cinco jogos.
O Botafogo tem torcedores diferentes. Não sei definir completamente, o Botafogo não ganha muitos títulos, nem sempre chega nas finais, seu torcedor é um apaixonado indiferente, com surtos de loucura fulminante e desespero incontrolável. Ele é engraçado, fanático e ao mesmo tempo tem ares de lucidez. Todos os botafoguenses que eu conheço são especiais, diferentes dos outros torcedores. É um anti-herói. O anti-herói é aquele que foge ao estilo clássico do herói. Não é forte nem bonitão, não é galã, às vezes inteligente mas as coisas podem acontecem a seu favor, mesmo que ele não queira.
O jogo termina com a vitória do Flamengo. Uma decisão pra ser legal tem que ter uma dose maciça de emoção, polêmica e nervosismo. Não dá pra ficar assistindo como a um jogo de tênis, em silêncio. E essa teve de tudo.
Até o descabido descontrole geral do Botafogo. O que foi aquela coisa, um monte de marmanjos, choramingando, um presidente demissionário em público, no olho do furacão. Lembrei da "Tropa de Sofredores" . Esse ano desandou cedo.
Aquele chororô todo, foi causado por tantos motivos, de tantos acontecimentos contrários, tantas coisas que disseram e fizeram contra o Botafogo que dava pena de se perceber que tudo aquilo iria virar chacota. Eram um bando de pobre coitados, infelizes, orfãos de uma vitória. Vítimas de uma conspiração imaginária. Meus amigos botafoguenses não mereciam.
As vitórias são feitas de momentos sublimes, decisivos, principalmente inspirados, por isso marcantes e belos.
Já estava 2 x 1 para o Flamengo quando foi lançada uma bola sobre a área, por cima da defesa, encontrando Wellinton Paulista, o artilheiro, os corações param por um instante, os olhos procuram um impedimento que não havia. O goleiro sai em total desespero. O artilheiro, mata no peito de forma clássica, dá um voleio e... a bola vai para a geral se ela ainda existisse, junto vão os sonhos botafoguenses e o coração rubro-negro volta a funcionar animado.
Poderia ter sido assim, o artilheiro, mata no peito já sabendo do desespero do goleiro, antecipando o pior, quando a bola descai um pouco ainda sobre seu controle ele a levanta levemente com o pé direito, encobre o goleiro que passa lotado, o artilheiro ainda é tocado pelo desespero do goleiro que tenta fazer um penalty como um último recurso, mesmo desequilibrado o artilheiro toca de cabeça e empata a partida.
O que aconteceria depois é imaginação, mas ninguem esqueceria esse momento.
Faltou foi talento.
terça-feira, fevereiro 05, 2008
Grandes Livros
Abaixo links para grandes livros da literatura nacional e mundial.
Colaboração por email de meu amigo Carlos Alves.
A Divina Comédia -Dante Alighieri
A Comédia dos Erros -William Shakespeare
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Cancioneiro -Fernando Pessoa
Romeu e Julieta -William Shakespeare
A Cartomante -Machado de Assis
Mensagem -Fernando Pessoa
A Carteira -Machado de Assis
A Megera Domada -William Shakespeare
A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
A Carta -Pero Vaz de Caminha
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
Macbeth -William Shakespeare
Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
A Tempestade -William Shakespeare
O pastor amoroso -Fernando Pessoa
A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
O Mercador de Veneza -William Shakespeare
A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Arte Poética -Aristóteles
Conto de Inverno -William Shakespeare
Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
A Metamorfose -Franz Kafka
A Cartomante -Machado de Assis
Rei Lear -William Shakespeare
A Causa Secreta -Machado de Assis
Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
Júlio César -William Shakespeare
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Cancioneiro -Fernando Pessoa
Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
A Ela -Machado de Assis
O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Adão e Eva -Machado de Assis
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
A Chinela Turca -Machado de Assis
As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
Poemas Selecionados -Florbela Espanca
As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
Iracema -José de Alencar
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Ricardo III -William Shakespeare
O Alienista -Machado de Assis
Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
A Carteira -Machado de Assis
Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
Senhora -José de Alencar
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
Sonetos -Luís Vaz de Camões
Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
Iracema -José de Alencar
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
O Guarani -José de Alencar
A Mulher de Preto -Machado de Assis
A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
A Pianista -Machado de Assis
Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
A Herança -Machado de Assis
A chave -Machado de Assis
Eu -Augusto dos Anjos
As Primaveras -Casimiro de Abreu
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
Quincas Borba -Machado de Assis
A Segunda Vida -Machado de Assis
Os Sertões -Euclides da Cunha
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
O Alienista -Machado de Assis
Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
Medida Por Medida -William Shakespeare
Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
A Alma do Lázaro -José de Alencar
A Vida Eterna -Machado de Assis
A Causa Secreta -Machado de Assis
14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
Divina Comedia -Dante Alighieri
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
Coriolano -William Shakespeare
Astúcias de Marido -Machado de Assis
Senhora -José de Alencar
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A "Não-me-toques"! -Artur Azevedo
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
Obras Seletas -Rui Barbosa
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
Aurora sem Dia -Machado de Assis
Édipo-Rei -Sófocles
O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
Pai Contra Mãe -Machado de Assis
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
Tito Andrônico -William Shakespeare
Adão e Eva -Machado de Assis
Os Sertões -Euclides da Cunha
Esaú e Jacó -Machado de Assis
Don Quixote -Miguel de Cervantes
Camões -Joaquim Nabuco
Antes que Cases -Machado de Assis
A melhor das noivas -Machado de Assis
Livro de Mágoas -Florbela Espanca
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
Helena -Machado de Assis
Contos -José Maria Eça de Queirós
A Sereníssima República -Machado de Assis
Iliada -Homero
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
Anedota Pecuniária -Machado de Assis
A Carne -Júlio Ribeiro
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
Don Quijote -Miguel de Cervantes
A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
A Semana -Machado de Assis
A viúva Sobral -Machado de Assis
A Princesa de Babilônia -Voltaire
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
Papéis Avulsos -Machado de Assis
Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
Almas Agradecidas -Machado de Assis
Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
Contos Fluminenses -Machado de Assis
Odisséia -Homero
Quincas Borba -Machado de Assis
A Mulher de Preto -Machado de Assis
Balas de Estalo -Machado de Assis
A Senhora do Galvão -Machado de Assis
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
Cinco Minutos -José de Alencar
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
Lucíola -José de Alencar
A Parasita Azul -Machado de Assis
A Viuvinha -José de Alencar
Utopia -Thomas Morus
Missa do Galo -Machado de Assis
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
Hamlet -William Shakespeare
A Ama-Seca -Artur Azevedo
O Espelho -Machado de Assis
Helena -Machado de Assis
As Academias de Sião -Machado de Assis
A Carne -Júlio Ribeiro
A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
Antes da Missa -Machado de Assis
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
A Carta -Pero Vaz de Caminha
LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
A mulher Pálida -Machado de Assis
Americanas -Machado de Assis
Cândido -Voltaire
Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
El Arte de la Guerra -Sun Tzu
Conto de Escola -Machado de Assis
Redondilhas -Luís Vaz de Camões
Iluminuras -Arthur Rimbaud
Schopenhauer -Thomas Mann
Carolina -Casimiro de Abreu
A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
Memorial de Aires -Machado de Assis
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
A última receita -Machado de Assis
7 Canções -Salomão Rovedo
Antologia -Antero de Quental
O Alienista -Machado de Assis
Outras Poesias -Augusto dos Anjos
Alma Inquieta -Olavo Bilac
Colaboração por email de meu amigo Carlos Alves.
A Divina Comédia -Dante Alighieri
A Comédia dos Erros -William Shakespeare
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Cancioneiro -Fernando Pessoa
Romeu e Julieta -William Shakespeare
A Cartomante -Machado de Assis
Mensagem -Fernando Pessoa
A Carteira -Machado de Assis
A Megera Domada -William Shakespeare
A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
A Carta -Pero Vaz de Caminha
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
Macbeth -William Shakespeare
Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
A Tempestade -William Shakespeare
O pastor amoroso -Fernando Pessoa
A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
O Mercador de Veneza -William Shakespeare
A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Arte Poética -Aristóteles
Conto de Inverno -William Shakespeare
Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
A Metamorfose -Franz Kafka
A Cartomante -Machado de Assis
Rei Lear -William Shakespeare
A Causa Secreta -Machado de Assis
Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
Júlio César -William Shakespeare
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Cancioneiro -Fernando Pessoa
Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
A Ela -Machado de Assis
O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Adão e Eva -Machado de Assis
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
A Chinela Turca -Machado de Assis
As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
Poemas Selecionados -Florbela Espanca
As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
Iracema -José de Alencar
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Ricardo III -William Shakespeare
O Alienista -Machado de Assis
Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
A Carteira -Machado de Assis
Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
Senhora -José de Alencar
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
Sonetos -Luís Vaz de Camões
Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
Iracema -José de Alencar
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
O Guarani -José de Alencar
A Mulher de Preto -Machado de Assis
A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
A Pianista -Machado de Assis
Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
A Herança -Machado de Assis
A chave -Machado de Assis
Eu -Augusto dos Anjos
As Primaveras -Casimiro de Abreu
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
Quincas Borba -Machado de Assis
A Segunda Vida -Machado de Assis
Os Sertões -Euclides da Cunha
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
O Alienista -Machado de Assis
Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
Medida Por Medida -William Shakespeare
Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
A Alma do Lázaro -José de Alencar
A Vida Eterna -Machado de Assis
A Causa Secreta -Machado de Assis
14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
Divina Comedia -Dante Alighieri
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
Coriolano -William Shakespeare
Astúcias de Marido -Machado de Assis
Senhora -José de Alencar
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A "Não-me-toques"! -Artur Azevedo
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
Obras Seletas -Rui Barbosa
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
Aurora sem Dia -Machado de Assis
Édipo-Rei -Sófocles
O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
Pai Contra Mãe -Machado de Assis
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
Tito Andrônico -William Shakespeare
Adão e Eva -Machado de Assis
Os Sertões -Euclides da Cunha
Esaú e Jacó -Machado de Assis
Don Quixote -Miguel de Cervantes
Camões -Joaquim Nabuco
Antes que Cases -Machado de Assis
A melhor das noivas -Machado de Assis
Livro de Mágoas -Florbela Espanca
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
Helena -Machado de Assis
Contos -José Maria Eça de Queirós
A Sereníssima República -Machado de Assis
Iliada -Homero
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
Anedota Pecuniária -Machado de Assis
A Carne -Júlio Ribeiro
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
Don Quijote -Miguel de Cervantes
A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
A Semana -Machado de Assis
A viúva Sobral -Machado de Assis
A Princesa de Babilônia -Voltaire
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
Papéis Avulsos -Machado de Assis
Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
Almas Agradecidas -Machado de Assis
Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
Contos Fluminenses -Machado de Assis
Odisséia -Homero
Quincas Borba -Machado de Assis
A Mulher de Preto -Machado de Assis
Balas de Estalo -Machado de Assis
A Senhora do Galvão -Machado de Assis
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
Cinco Minutos -José de Alencar
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
Lucíola -José de Alencar
A Parasita Azul -Machado de Assis
A Viuvinha -José de Alencar
Utopia -Thomas Morus
Missa do Galo -Machado de Assis
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
Hamlet -William Shakespeare
A Ama-Seca -Artur Azevedo
O Espelho -Machado de Assis
Helena -Machado de Assis
As Academias de Sião -Machado de Assis
A Carne -Júlio Ribeiro
A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
Antes da Missa -Machado de Assis
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
A Carta -Pero Vaz de Caminha
LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
A mulher Pálida -Machado de Assis
Americanas -Machado de Assis
Cândido -Voltaire
Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
El Arte de la Guerra -Sun Tzu
Conto de Escola -Machado de Assis
Redondilhas -Luís Vaz de Camões
Iluminuras -Arthur Rimbaud
Schopenhauer -Thomas Mann
Carolina -Casimiro de Abreu
A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
Memorial de Aires -Machado de Assis
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
A última receita -Machado de Assis
7 Canções -Salomão Rovedo
Antologia -Antero de Quental
O Alienista -Machado de Assis
Outras Poesias -Augusto dos Anjos
Alma Inquieta -Olavo Bilac
quarta-feira, dezembro 26, 2007
Velho Noel
A essa hora deves estar totalmente atarefado envolvido em uma logística de fazer inveja a Fedex. Você nem precisa ler meu post agora, deixa pra depois. Mas eu queria te fazer uns pedidos. Eu sei já estou grandinho pra isso. Digo sempre que o Natal era bom quando eu acreditava que você realmente vinha me trazer presentes.
O Fantástico comprovou que você realmente existe, ninguem te vê porque para cumprir todas as suas tarefas natalinas é preciso andar mais rápido do que nossos olhos possam perceber.
Velho Noel, meus pedidos são simples, eles correspondem a algumas necessidades básicas para o ano que vem por aí.
Quero que você me mantenha otimista, por mais que as coisas possam parecer difíceis e que nunca me deixes perder a esperança.
Quero que me abra bem os olhos para enxergar uma oportunidade quando ela estiver ao meu alcance e que eu possa aproveitá-la da melhor maneira para meu crescimento pessoal.
Quero que me faça inserir o amor em todas as tarefas que devo cumprir e em todos os abraços que darei.
Quero que me ensine a ler o livro da vida com fé e aprenda que todas as linhas nele escritas são ensinamentos valiosos.
Quero que me ensine o melhor caminho, nem precisa ser o mais rápido, mas que eu consiga chegar.
Quero sorrir das coisas mais simples. Ver as plantas crescerem, o desabrochar das flores, o orvalho, a chuva e o arco-íris.
Quero que você me lembre de agradecer a cada dia pelo simples fato de acordar para a vida, olhar para minha família, ver o sol entrando pela janela e ter a certeza de que este novo dia será tão bom ou melhor que o que já passou.
O Fantástico comprovou que você realmente existe, ninguem te vê porque para cumprir todas as suas tarefas natalinas é preciso andar mais rápido do que nossos olhos possam perceber.
Velho Noel, meus pedidos são simples, eles correspondem a algumas necessidades básicas para o ano que vem por aí.
Quero que você me mantenha otimista, por mais que as coisas possam parecer difíceis e que nunca me deixes perder a esperança.
Quero que me abra bem os olhos para enxergar uma oportunidade quando ela estiver ao meu alcance e que eu possa aproveitá-la da melhor maneira para meu crescimento pessoal.
Quero que me faça inserir o amor em todas as tarefas que devo cumprir e em todos os abraços que darei.
Quero que me ensine a ler o livro da vida com fé e aprenda que todas as linhas nele escritas são ensinamentos valiosos.
Quero que me ensine o melhor caminho, nem precisa ser o mais rápido, mas que eu consiga chegar.
Quero sorrir das coisas mais simples. Ver as plantas crescerem, o desabrochar das flores, o orvalho, a chuva e o arco-íris.
Quero que você me lembre de agradecer a cada dia pelo simples fato de acordar para a vida, olhar para minha família, ver o sol entrando pela janela e ter a certeza de que este novo dia será tão bom ou melhor que o que já passou.
sexta-feira, dezembro 21, 2007
Rock, Cervejas e Celulares - Tempos Modernos
O show era do The Police, o palco era o Maracanã, para mim o palco ideal para o futebol e principalmente para a Nação Rubro-Negra desafiar recordes. Não anima para shows de rock se não for para ver no gramado e não era a minha opção. Iria ficar mesmo nas cadeiras numeradas, era bem em frente ao palco, mas estaria lá longe.
Dá ultima vez que vi o Sting por estas bandas estava quase no mesmo lugar falando de amenidades enquanto ele tocava para uma multidão lá na frente, o clima nas cadeiras era de barzinho em que pouca gente liga para o cantor e o som não era nada convidativo.
Essa desconfiança contrastava com a euforia de meu amigo PP, animadíssimo, iria realizar seu sonho de adolescente ver o Police ao vivo!
Chegamos cedo e fomos logo percebendo a tietagem eufórica com a Senadora Heloísa Helena. O que estaria a Senadora fazendo em um show do Police?!?! E aquela tietagem toda?!?! Ficaram sem respostas...
Mais gritaria e tietagem, quem aparece? A Senadora, parecia uma sina. Houve mais gente que não entendia sua presença ali e perguntava se ela não havia se enganado pois não era show da Banda Calypso, ficamos novamente sem resposta. Mais cerveja.
Celular toca novamente, mais explicações e mais cerveja, eram 7:59, lembro que se o show estava marcado para as oito, estava na hora, apagam as luzes e vai começar na hora, boa surpresa! A supresa aumenta ao ouvirmos os primeiros acordes de som limpo, claro e totalmente audível, a impressão é que estávamos próximos do palco e então virou realmente festa, com a galera em volta se esbaldando e cantando junto todos os hits que o Paralamas desfilou, foi emocionante ver Hebert Vianna no Maraca comandando a galera toda, muito bacana a interação do público com a banda. Cerveja para comemorar agora inflacionada custando 4 reais e celular para contar pra namorada em SP e eu para explicar em casa que eu estava tranquilo vendo tudo muito bem pelo telão e o joelho não doía.
Meia hora depois que Paralamas deixaram o palco é Sting e sua turma que levantam a galera, com a competência de sempre, mandando ver com as suas músicas que fizeram sucesso nos anos 80 junto a outras mais viajantes. Os solos econômicos e certeiros de Andy Summers e a agitação da bateria de Stuart Coppeland deixaram quem estava lá em extase.
Com o som perfeito até o final, cerveja delivery, um joelho em recuperação que me fez mais observador e uma dor de garganta que incomodavamas não desanimava, yo oooo oooooo! Valeu o ingresso quase todo patrocinado pelo Vitor, que é gente muito boa, mas é vascaíno.
Baixe o show completo em MP3 - The Police - Live in Rio 2007
Baixe o video do show da TV - The Police - Live in Rio 2007
Créditos: www.theevolution.org
Essa desconfiança contrastava com a euforia de meu amigo PP, animadíssimo, iria realizar seu sonho de adolescente ver o Police ao vivo!
Chegamos cedo e fomos logo percebendo a tietagem eufórica com a Senadora Heloísa Helena. O que estaria a Senadora fazendo em um show do Police?!?! E aquela tietagem toda?!?! Ficaram sem respostas...
Fomos entrando e o celular do PP começou a tocar, era a namorada lá de SP querendo saber detalhes em meio a fotos e explicações, e fitinhas verdes pra combinar com a roupa, entramos no Maraca, ia começar a festa!
Logo notamos caixas de som mais próximas e telões de alta definição que nos deixariam bem de perto, faltava conferir o som, para aliviar o calor as primeiras cervejas, 3 reais no bar e mais um pouco delivery tambem a 3 reais.Mais gritaria e tietagem, quem aparece? A Senadora, parecia uma sina. Houve mais gente que não entendia sua presença ali e perguntava se ela não havia se enganado pois não era show da Banda Calypso, ficamos novamente sem resposta. Mais cerveja.
Celular toca novamente, mais explicações e mais cerveja, eram 7:59, lembro que se o show estava marcado para as oito, estava na hora, apagam as luzes e vai começar na hora, boa surpresa! A supresa aumenta ao ouvirmos os primeiros acordes de som limpo, claro e totalmente audível, a impressão é que estávamos próximos do palco e então virou realmente festa, com a galera em volta se esbaldando e cantando junto todos os hits que o Paralamas desfilou, foi emocionante ver Hebert Vianna no Maraca comandando a galera toda, muito bacana a interação do público com a banda. Cerveja para comemorar agora inflacionada custando 4 reais e celular para contar pra namorada em SP e eu para explicar em casa que eu estava tranquilo vendo tudo muito bem pelo telão e o joelho não doía.
Com o som perfeito até o final, cerveja delivery, um joelho em recuperação que me fez mais observador e uma dor de garganta que incomodavamas não desanimava, yo oooo oooooo! Valeu o ingresso quase todo patrocinado pelo Vitor, que é gente muito boa, mas é vascaíno.
Baixe o show completo em MP3 - The Police - Live in Rio 2007
Baixe o video do show da TV - The Police - Live in Rio 2007
Créditos: www.theevolution.org
sábado, dezembro 01, 2007
Dica para baixar pelo megaupload sem a barra de ferramentas
Para usuários do Firefox 1.5 ou superior:
Você precisa ter o navegador Firefox 1.5 ou superior instalado. Pode baixar a última versão em português aqui: http://br.mozdev.org/firefox/download.html
Depois de baixar, instalar e abrir o Firefox, entre em: https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/3843 e clique em 'Install Now'
Depois clique em 'Instalar agora' e no fim clique no botão pra reiniciar o Firefox.
Depois de instalar a extensão (add-on), vá com o mouse lá em cima, no menu do Firefox, clique em Ferramentas - Megaupload 3 e clique em 'Ligado'.
Com isso você não vai precisar instalar a barra de ferramentas do Megaupload em sua máquina. Da próxima vez que clicar em um link do Megaupload deverá aparecer a imagem com as 3 letras que você tem que digitar no espaço e clicar em Download.
Após esperar os 45 segundos, clique no botão 'Free download', em cinza.
Vai aparecer a mensagem 'Loading download' e em seguida abrir a janela de diálogo para salvar, aí é só escolher a pasta no seu pc e salvar o arquivo.
Depois disso, pode voltar ao menu e desligar a extensão, para navegar normalmente com o Firefox, se quiser. Quando for baixar outro arquivo pelo Megaupload, ligue novamente.
Obs: A dica só funciona das 18 horas até 8 da manhã. Entre 8 e 18 hrs, o Megaupload só libera downloads para assinantes Premium.
Você precisa ter o navegador Firefox 1.5 ou superior instalado. Pode baixar a última versão em português aqui: http://br.mozdev.org/firefox/download.h
Depois de baixar, instalar e abrir o Firefox, entre em: https://addons.mozilla.org/en-US/firefo
Depois clique em 'Instalar agora' e no fim clique no botão pra reiniciar o Firefox.
Depois de instalar a extensão (add-on), vá com o mouse lá em cima, no menu do Firefox, clique em Ferramentas - Megaupload 3 e clique em 'Ligado'.
Com isso você não vai precisar instalar a barra de ferramentas do Megaupload em sua máquina. Da próxima vez que clicar em um link do Megaupload deverá aparecer a imagem com as 3 letras que você tem que digitar no espaço e clicar em Download.
Após esperar os 45 segundos, clique no botão 'Free download', em cinza.
Vai aparecer a mensagem 'Loading download' e em seguida abrir a janela de diálogo para salvar, aí é só escolher a pasta no seu pc e salvar o arquivo.
Depois disso, pode voltar ao menu e desligar a extensão, para navegar normalmente com o Firefox, se quiser. Quando for baixar outro arquivo pelo Megaupload, ligue novamente.
Obs: A dica só funciona das 18 horas até 8 da manhã. Entre 8 e 18 hrs, o Megaupload só libera downloads para assinantes Premium.
Discografia
Em Discografia, postei alguns links para baixar cds que considero legais.
Só para lembrar que nenhum cd está hospedado aqui. Vou apenas divulgar os links dos cds existentes na net e que estão hospedados em sites como o megaupload e o rapidshare. É possível que os tenham sido excluídos e a responsabilidade pela exclusão é inteiramente desses sites.
Para baixar no Megaupload será preciso ter a barra de ferramentas deles instalada em sua máquina e baixar entre 20 hs e 6 hs da manhã, alem disso é preciso aguardar um bom tempo entre após baixar um arquivo. A não ser que você queira pagar pela conta Premiun do site. Digite o código solicitado e aguarde o link para o download. O mesmo procedimento ocorre no Rapidshare.
Aqui vão as instruções para baixar os cds já postados até hoje.
Aerosmith - Pandoras Box - é um album com três cds, reunindo raridades, versões ao vivo e em estudio do grupo desde o início da carreira. Aí estão os links para os três cds. É só clickar no link de cada cd, o problema é que será preciso baixar faixa a faixa, mas vale a pena. Se for preciso senha para descompactar é www.musicground.com.br
Aerosmith - Rocks - uns dos melhores cds do grupo, no auge da primeira fase de sua carreira. Click no link, será preciso aguardar uns 30 segundos para surgir a autorização para o download.
Pity - (Des)concerto - primeiro cd ao vivo da cantora, pauleira pura com a galera cantando junto. Mesmo procedimento, só que será preciso digitar o código pedido antes do download.
Só para lembrar que nenhum cd está hospedado aqui. Vou apenas divulgar os links dos cds existentes na net e que estão hospedados em sites como o megaupload e o rapidshare. É possível que os tenham sido excluídos e a responsabilidade pela exclusão é inteiramente desses sites.
Para baixar no Megaupload será preciso ter a barra de ferramentas deles instalada em sua máquina e baixar entre 20 hs e 6 hs da manhã, alem disso é preciso aguardar um bom tempo entre após baixar um arquivo. A não ser que você queira pagar pela conta Premiun do site. Digite o código solicitado e aguarde o link para o download. O mesmo procedimento ocorre no Rapidshare.
Aqui vão as instruções para baixar os cds já postados até hoje.
Aerosmith - Pandoras Box - é um album com três cds, reunindo raridades, versões ao vivo e em estudio do grupo desde o início da carreira. Aí estão os links para os três cds. É só clickar no link de cada cd, o problema é que será preciso baixar faixa a faixa, mas vale a pena. Se for preciso senha para descompactar é www.musicground.com.br
Aerosmith - Rocks - uns dos melhores cds do grupo, no auge da primeira fase de sua carreira. Click no link, será preciso aguardar uns 30 segundos para surgir a autorização para o download.
Pity - (Des)concerto - primeiro cd ao vivo da cantora, pauleira pura com a galera cantando junto. Mesmo procedimento, só que será preciso digitar o código pedido antes do download.
quinta-feira, novembro 29, 2007
The Police - EU FUI!
Era início dos anos 80, eu vagava pelas lojas de discos do centro em busca de ofertas. Naquela época, por mais incrível que possa parecer para turminha mais jovem, os LPs eram lançados por aqui muito tempo depois de terem saído lá fora e roqueiro ainda tinha cara de bandido. Por esse motivo haviam bancas de discos que eram sebos, discos usados que as lojas compravam e revendiam a preços melhores, verdadeiros sebos onde podáimos encontrar raridades roqueiras e até lançamentos à preços bem baratos que vinham com um carimbo da gravadora - Invendável Disco Promocional - e mesmo assim as lojas os vendiam.
Já havia ouvido falar do The Police que começava a dar as caras com o sucesso Do Do Do, De Da Da Da e procurava o disco Zenyatta Mondatta de 1980, cheguei a tocar nele mas nunca comprei, dei preferência a Ghost in The Machine de 1981. Os caras estavam no auge!
No ano seguinte em uma sexta feira pré carnavalesca de fevereiro de 1982, data mais improvável para um show de rock, lá estava eu, no Maracanãzinho, com sua acustica horrível junto com mais de 4500 doidos esperando pela banda mais atual, mais presente no cenário roqueiro da época. Era um evento que o Brasil não costumava assistir, já que quem aparecia por aqui, já vinha com o pé no freio ladeira abaixo, ainda que para nós com tão pouca informação era bom demais.
Com base no seu disco de 81 o The Police desfilou, seus sucessos de forma avassaladora. Message in the Bottle, Every Little Thing She Does is Magic, Spirits in The Material Word, rock, reagae em mistura azeitada, Stewart Copeland como se estivesse solando o tempo todo em seu estilo pessoal, Andy Summers com sua técnica refinada e econômica e Sting em grande forma, saltitante e comandando a galera com pouca conversa e muito "iô-iô".
Perfeito e inesquecível, para uma sexta feira encalorada, pré-carnavalesca que acabou em rock.
Na Discografia, baixe Ghost in The Machine, Zenyatta Mondatta e Syncronicity.
Já havia ouvido falar do The Police que começava a dar as caras com o sucesso Do Do Do, De Da Da Da e procurava o disco Zenyatta Mondatta de 1980, cheguei a tocar nele mas nunca comprei, dei preferência a Ghost in The Machine de 1981. Os caras estavam no auge!
No ano seguinte em uma sexta feira pré carnavalesca de fevereiro de 1982, data mais improvável para um show de rock, lá estava eu, no Maracanãzinho, com sua acustica horrível junto com mais de 4500 doidos esperando pela banda mais atual, mais presente no cenário roqueiro da época. Era um evento que o Brasil não costumava assistir, já que quem aparecia por aqui, já vinha com o pé no freio ladeira abaixo, ainda que para nós com tão pouca informação era bom demais.
Com base no seu disco de 81 o The Police desfilou, seus sucessos de forma avassaladora. Message in the Bottle, Every Little Thing She Does is Magic, Spirits in The Material Word, rock, reagae em mistura azeitada, Stewart Copeland como se estivesse solando o tempo todo em seu estilo pessoal, Andy Summers com sua técnica refinada e econômica e Sting em grande forma, saltitante e comandando a galera com pouca conversa e muito "iô-iô".
Perfeito e inesquecível, para uma sexta feira encalorada, pré-carnavalesca que acabou em rock.
Na Discografia, baixe Ghost in The Machine, Zenyatta Mondatta e Syncronicity.
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