Sou torcedor do Flamengo, faço parte de uma torcida que se acostumou a grandes times e bom futebol. A lembrança me traz de volta principalmente o Mengão Campeão do Mundo, com Zico, Junior, Adílio, Leandro e cia. Para não ficar apenas na paixão rubro-negra, lembro do Santos de Pelé que cansei de ver jogar, minha primeira partida no Maraca foi um Fla x Santos vencido pelo Santos. lembro do Inter de Falcão, do São Paulo de Raí e Telê, Grêmio de Renato e Paulo Cesar.
Nosso grande rival o Vasco, pode entrar nesta lista com Juninho Pernanbucano o outro Paulista e Romário.
Lembro da Máquina tricolor, fui no Maraca ver esse time de Rivelino, dar um show de bola no Bayern Munich, Campeão Europeu, no Maraca. Um jogo inesquecível.
Porque agora, à beira da conquista da Libertadores, não me parece que a torcida do Flu tenha motivos para se orgulhar deste time, que bradam à plenos pulmões, irá fazer história por ser a primeira conquista deste torneio.
Claro, o torcedor tem que comemorar, mas sejamos sensatos, mesmo que sensatez não seja característica de nenhum torcedor, ir para a final, em casa, contra a LDU do Equador, depois de ter tomado uma sova em 45 min e ter que tirar uma diferença de dois gols, deve deixar os tricolores de cabelo em pé.
Dá pra acreditar, claro, mas muito mais pela fragilidade da defesa adversária, pela força e fé da torcida, do que propriamente no time. Vá lá, tem um Conca, um Thiago Silva, mas será que no futuro a torcida tricolor quando lembrar deste time vai falar o Fluminense de Fernando Henrique? Ele sim é o grande destaque desse time, com defesas milagrosas, que já evitaram outras derrotas e nesta ultima operou mais um milagre evitando o quinto gol da LDU, o que significaria maior dificuldade e virar o resultado.
Tricolores sofrei, na quarta feira!!!
Dá para acreditar, mas não dá pra confiar.
sábado, junho 28, 2008
terça-feira, junho 24, 2008
A volta
Era um domingo qualquer. Saí de casa animado, era um jogo importante do campeonato de pelada no clube. Mais um motivo para rever os amigos, praticar o meu esporte preferido e relaxar as tensões da semana de trabalho.
Foi uma bola que veio da direita, muito mais para mim que o adversário. Vislumbrei o contra ataque rápido, toquei com a direita e parti na corrida, só não contava com a dor que saiu do joelho direito correndo por toda a extensão da perna entre me fazendo ver estrelas e aquela cena que correu o mundo do Ronaldo Fenômeno com a camisa do Inter de Milão na ocasião da sua primeira grave contusão no joelho.
Não dava para caminhar, saí carregado. Junto com a dor vieram imagens que mal podia acreditar que iriam se materializar no futuro, tive a sensação que era grave e dali fui direto para o médico, ouvir o primeiro veredicto, rompimento do ligamento cruzado anterior e meniscos, deu vontade de chorar.
O que pode parecer simples para qualquer pessoa que acompanha futebol e quase rotineiramente cirurgias de atletas com esta mesma contusão, não foi simples para mim.
Vivendo um momento de grande dificuldade financeira, graves problemas no trabalho que vieram com uma demissão ao final do ano anterior de 2001, sem planos de saúde, sem dinheiro para arcar com um valor de quinze mil reais, estipulados pelo médico, que ainda disse que preferia não me operar, porque se acontecesse um imprevisto durante a cirurgia e ele precisasse usar recursos que onerariam o custo, corria o risco de se aborrecer comigo por ter combinado um valor e acabar tendo sido outro. Foi duro.
Entre várias consultas, dores constantes, visitas a médicos fui acabar em uma fila de hospital público que durou aproximadamente seis longos anos. Durante esse período entendi muito melhor o que é ter equilíbrio emocional, dedicação, superação e paciência com as lições que vida lhe proporciona.
Em outubro do ano passado fiz a minha cirurgia, deu tudo certo e ouvi do médico que em seis meses poderia voltar as minhas atividades normais, o que fez que um amigo já marcasse o retorno às peladas para o dia 21 de abril, data em que iria comemorar meus 50 anos.
Cumpri nestes seis meses toda a orientação médica e hoje caminho normalmente, sem dores e nesta semana finalmente voltei a jogar uma pelada entre amigos como nos bons tempos.
Havia uma grande insegurança e apesar do incentivo dos amigos, sempre fazia questão de previni-los que não tinha boas condições de jogo, que não esperassem de mim, grandes jogadas e que a bola tinha que vir no pé, como se diz na gíria dos peladeiros.
No começo, toda a minha insegurança se fez realidade, errando jogadas que nunca imaginei errar, beirando ao ridículo a minha participação. Olho para meu filho de 20 anos que participava da pelada e sempre teve vontade de jogar comigo, lamentando por esse período que minha contusão nos impedisse esse prazer e penso: eu preciso continuar, preciso entender minhas limitações atuais e vencer os desafios que criei para mim, perceber que eles estão em minha mente, só eu posso vencer essa batalha, só eu posso criar para mim o melhor momento, só eu posso vencer. A vida me ensinou que preciso me superar e eu precisava passar nessa prova.
Por esses anos sonhei em voltar a praticar esportes, sonhos reais, de grandes jogadas, de estar novamente entre amigos dentro dos campos de várzea, de comemorar vitórias, era sonho apenas.
Recebo uma bola na entrada da área, devolvo aquele que me deu o passe em condições de chute e este me toca novamente, numa tabela digna das jogadas dos meus melhores sonhos, estava diante do goleiro, os zagueiros adversários num esforço considerável para voltar em condições de salvar o que poderia ser mais um gol, dominei a bola com calma, como naqueles filmes com grandes efeitos especiais a cena toda se desenrola como que em câmera lenta, zagueiro chegando, goleiro diminuindo o angulo, a minha mente congelando, uma história de seis anos passando na tela do tamanho de uma baliza. Um filme de suspense, era o meu momento.
A cena volta a andar na sua velocidade normal, ameaço o chute, o goleiro acredita que eu tocaria no canto e se entrega a defesa e se desequilibra, olho o zagueiro bem próximo, só havia uma jogada, com um leve toque por baixo da bola, surpreendo a todas, encobrindo o goleiro lentamente a bola vai descaindo dentro do gol, a tocar na rede, escuto a pequena platéia vibrar, surpresa com o desenlace da jogada, subitamente uma emoção toma conta de mim, estremecendo meu corpo, caminho em direção ao meu filho e recebo seu abraço e de outros amigos, é o meu momento, como nos bons tempos.
Foi uma bola que veio da direita, muito mais para mim que o adversário. Vislumbrei o contra ataque rápido, toquei com a direita e parti na corrida, só não contava com a dor que saiu do joelho direito correndo por toda a extensão da perna entre me fazendo ver estrelas e aquela cena que correu o mundo do Ronaldo Fenômeno com a camisa do Inter de Milão na ocasião da sua primeira grave contusão no joelho.
Não dava para caminhar, saí carregado. Junto com a dor vieram imagens que mal podia acreditar que iriam se materializar no futuro, tive a sensação que era grave e dali fui direto para o médico, ouvir o primeiro veredicto, rompimento do ligamento cruzado anterior e meniscos, deu vontade de chorar.
O que pode parecer simples para qualquer pessoa que acompanha futebol e quase rotineiramente cirurgias de atletas com esta mesma contusão, não foi simples para mim.
Vivendo um momento de grande dificuldade financeira, graves problemas no trabalho que vieram com uma demissão ao final do ano anterior de 2001, sem planos de saúde, sem dinheiro para arcar com um valor de quinze mil reais, estipulados pelo médico, que ainda disse que preferia não me operar, porque se acontecesse um imprevisto durante a cirurgia e ele precisasse usar recursos que onerariam o custo, corria o risco de se aborrecer comigo por ter combinado um valor e acabar tendo sido outro. Foi duro.
Entre várias consultas, dores constantes, visitas a médicos fui acabar em uma fila de hospital público que durou aproximadamente seis longos anos. Durante esse período entendi muito melhor o que é ter equilíbrio emocional, dedicação, superação e paciência com as lições que vida lhe proporciona.
Em outubro do ano passado fiz a minha cirurgia, deu tudo certo e ouvi do médico que em seis meses poderia voltar as minhas atividades normais, o que fez que um amigo já marcasse o retorno às peladas para o dia 21 de abril, data em que iria comemorar meus 50 anos.
Cumpri nestes seis meses toda a orientação médica e hoje caminho normalmente, sem dores e nesta semana finalmente voltei a jogar uma pelada entre amigos como nos bons tempos.
Havia uma grande insegurança e apesar do incentivo dos amigos, sempre fazia questão de previni-los que não tinha boas condições de jogo, que não esperassem de mim, grandes jogadas e que a bola tinha que vir no pé, como se diz na gíria dos peladeiros.
No começo, toda a minha insegurança se fez realidade, errando jogadas que nunca imaginei errar, beirando ao ridículo a minha participação. Olho para meu filho de 20 anos que participava da pelada e sempre teve vontade de jogar comigo, lamentando por esse período que minha contusão nos impedisse esse prazer e penso: eu preciso continuar, preciso entender minhas limitações atuais e vencer os desafios que criei para mim, perceber que eles estão em minha mente, só eu posso vencer essa batalha, só eu posso criar para mim o melhor momento, só eu posso vencer. A vida me ensinou que preciso me superar e eu precisava passar nessa prova.
Por esses anos sonhei em voltar a praticar esportes, sonhos reais, de grandes jogadas, de estar novamente entre amigos dentro dos campos de várzea, de comemorar vitórias, era sonho apenas.
Recebo uma bola na entrada da área, devolvo aquele que me deu o passe em condições de chute e este me toca novamente, numa tabela digna das jogadas dos meus melhores sonhos, estava diante do goleiro, os zagueiros adversários num esforço considerável para voltar em condições de salvar o que poderia ser mais um gol, dominei a bola com calma, como naqueles filmes com grandes efeitos especiais a cena toda se desenrola como que em câmera lenta, zagueiro chegando, goleiro diminuindo o angulo, a minha mente congelando, uma história de seis anos passando na tela do tamanho de uma baliza. Um filme de suspense, era o meu momento.
A cena volta a andar na sua velocidade normal, ameaço o chute, o goleiro acredita que eu tocaria no canto e se entrega a defesa e se desequilibra, olho o zagueiro bem próximo, só havia uma jogada, com um leve toque por baixo da bola, surpreendo a todas, encobrindo o goleiro lentamente a bola vai descaindo dentro do gol, a tocar na rede, escuto a pequena platéia vibrar, surpresa com o desenlace da jogada, subitamente uma emoção toma conta de mim, estremecendo meu corpo, caminho em direção ao meu filho e recebo seu abraço e de outros amigos, é o meu momento, como nos bons tempos.
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
Botafogo
Foi um final de semana decisivo.
Em jogo a Taça Guanabara e a conquista de uma vaga na final do Campeonato Carioca. Mais um Flamengo x Botafogo decisivo. Um tira-teima em Taças GB. No passado, cada um havia ganho uma em decisões entre eles. Outro tira-teima após uma sequência de empates eletrizantes nos últimos cinco jogos.
O Botafogo tem torcedores diferentes. Não sei definir completamente, o Botafogo não ganha muitos títulos, nem sempre chega nas finais, seu torcedor é um apaixonado indiferente, com surtos de loucura fulminante e desespero incontrolável. Ele é engraçado, fanático e ao mesmo tempo tem ares de lucidez. Todos os botafoguenses que eu conheço são especiais, diferentes dos outros torcedores. É um anti-herói. O anti-herói é aquele que foge ao estilo clássico do herói. Não é forte nem bonitão, não é galã, às vezes inteligente mas as coisas podem acontecem a seu favor, mesmo que ele não queira.
O jogo termina com a vitória do Flamengo. Uma decisão pra ser legal tem que ter uma dose maciça de emoção, polêmica e nervosismo. Não dá pra ficar assistindo como a um jogo de tênis, em silêncio. E essa teve de tudo.
Até o descabido descontrole geral do Botafogo. O que foi aquela coisa, um monte de marmanjos, choramingando, um presidente demissionário em público, no olho do furacão. Lembrei da "Tropa de Sofredores" . Esse ano desandou cedo.
Aquele chororô todo, foi causado por tantos motivos, de tantos acontecimentos contrários, tantas coisas que disseram e fizeram contra o Botafogo que dava pena de se perceber que tudo aquilo iria virar chacota. Eram um bando de pobre coitados, infelizes, orfãos de uma vitória. Vítimas de uma conspiração imaginária. Meus amigos botafoguenses não mereciam.
As vitórias são feitas de momentos sublimes, decisivos, principalmente inspirados, por isso marcantes e belos.
Já estava 2 x 1 para o Flamengo quando foi lançada uma bola sobre a área, por cima da defesa, encontrando Wellinton Paulista, o artilheiro, os corações param por um instante, os olhos procuram um impedimento que não havia. O goleiro sai em total desespero. O artilheiro, mata no peito de forma clássica, dá um voleio e... a bola vai para a geral se ela ainda existisse, junto vão os sonhos botafoguenses e o coração rubro-negro volta a funcionar animado.
Poderia ter sido assim, o artilheiro, mata no peito já sabendo do desespero do goleiro, antecipando o pior, quando a bola descai um pouco ainda sobre seu controle ele a levanta levemente com o pé direito, encobre o goleiro que passa lotado, o artilheiro ainda é tocado pelo desespero do goleiro que tenta fazer um penalty como um último recurso, mesmo desequilibrado o artilheiro toca de cabeça e empata a partida.
O que aconteceria depois é imaginação, mas ninguem esqueceria esse momento.
Faltou foi talento.
Em jogo a Taça Guanabara e a conquista de uma vaga na final do Campeonato Carioca. Mais um Flamengo x Botafogo decisivo. Um tira-teima em Taças GB. No passado, cada um havia ganho uma em decisões entre eles. Outro tira-teima após uma sequência de empates eletrizantes nos últimos cinco jogos.
O Botafogo tem torcedores diferentes. Não sei definir completamente, o Botafogo não ganha muitos títulos, nem sempre chega nas finais, seu torcedor é um apaixonado indiferente, com surtos de loucura fulminante e desespero incontrolável. Ele é engraçado, fanático e ao mesmo tempo tem ares de lucidez. Todos os botafoguenses que eu conheço são especiais, diferentes dos outros torcedores. É um anti-herói. O anti-herói é aquele que foge ao estilo clássico do herói. Não é forte nem bonitão, não é galã, às vezes inteligente mas as coisas podem acontecem a seu favor, mesmo que ele não queira.
O jogo termina com a vitória do Flamengo. Uma decisão pra ser legal tem que ter uma dose maciça de emoção, polêmica e nervosismo. Não dá pra ficar assistindo como a um jogo de tênis, em silêncio. E essa teve de tudo.
Até o descabido descontrole geral do Botafogo. O que foi aquela coisa, um monte de marmanjos, choramingando, um presidente demissionário em público, no olho do furacão. Lembrei da "Tropa de Sofredores" . Esse ano desandou cedo.
Aquele chororô todo, foi causado por tantos motivos, de tantos acontecimentos contrários, tantas coisas que disseram e fizeram contra o Botafogo que dava pena de se perceber que tudo aquilo iria virar chacota. Eram um bando de pobre coitados, infelizes, orfãos de uma vitória. Vítimas de uma conspiração imaginária. Meus amigos botafoguenses não mereciam.
As vitórias são feitas de momentos sublimes, decisivos, principalmente inspirados, por isso marcantes e belos.
Já estava 2 x 1 para o Flamengo quando foi lançada uma bola sobre a área, por cima da defesa, encontrando Wellinton Paulista, o artilheiro, os corações param por um instante, os olhos procuram um impedimento que não havia. O goleiro sai em total desespero. O artilheiro, mata no peito de forma clássica, dá um voleio e... a bola vai para a geral se ela ainda existisse, junto vão os sonhos botafoguenses e o coração rubro-negro volta a funcionar animado.
Poderia ter sido assim, o artilheiro, mata no peito já sabendo do desespero do goleiro, antecipando o pior, quando a bola descai um pouco ainda sobre seu controle ele a levanta levemente com o pé direito, encobre o goleiro que passa lotado, o artilheiro ainda é tocado pelo desespero do goleiro que tenta fazer um penalty como um último recurso, mesmo desequilibrado o artilheiro toca de cabeça e empata a partida.
O que aconteceria depois é imaginação, mas ninguem esqueceria esse momento.
Faltou foi talento.
terça-feira, fevereiro 05, 2008
Grandes Livros
Abaixo links para grandes livros da literatura nacional e mundial.
Colaboração por email de meu amigo Carlos Alves.
A Divina Comédia -Dante Alighieri
A Comédia dos Erros -William Shakespeare
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Cancioneiro -Fernando Pessoa
Romeu e Julieta -William Shakespeare
A Cartomante -Machado de Assis
Mensagem -Fernando Pessoa
A Carteira -Machado de Assis
A Megera Domada -William Shakespeare
A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
A Carta -Pero Vaz de Caminha
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
Macbeth -William Shakespeare
Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
A Tempestade -William Shakespeare
O pastor amoroso -Fernando Pessoa
A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
O Mercador de Veneza -William Shakespeare
A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Arte Poética -Aristóteles
Conto de Inverno -William Shakespeare
Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
A Metamorfose -Franz Kafka
A Cartomante -Machado de Assis
Rei Lear -William Shakespeare
A Causa Secreta -Machado de Assis
Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
Júlio César -William Shakespeare
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Cancioneiro -Fernando Pessoa
Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
A Ela -Machado de Assis
O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Adão e Eva -Machado de Assis
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
A Chinela Turca -Machado de Assis
As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
Poemas Selecionados -Florbela Espanca
As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
Iracema -José de Alencar
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Ricardo III -William Shakespeare
O Alienista -Machado de Assis
Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
A Carteira -Machado de Assis
Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
Senhora -José de Alencar
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
Sonetos -Luís Vaz de Camões
Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
Iracema -José de Alencar
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
O Guarani -José de Alencar
A Mulher de Preto -Machado de Assis
A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
A Pianista -Machado de Assis
Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
A Herança -Machado de Assis
A chave -Machado de Assis
Eu -Augusto dos Anjos
As Primaveras -Casimiro de Abreu
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
Quincas Borba -Machado de Assis
A Segunda Vida -Machado de Assis
Os Sertões -Euclides da Cunha
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
O Alienista -Machado de Assis
Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
Medida Por Medida -William Shakespeare
Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
A Alma do Lázaro -José de Alencar
A Vida Eterna -Machado de Assis
A Causa Secreta -Machado de Assis
14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
Divina Comedia -Dante Alighieri
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
Coriolano -William Shakespeare
Astúcias de Marido -Machado de Assis
Senhora -José de Alencar
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A "Não-me-toques"! -Artur Azevedo
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
Obras Seletas -Rui Barbosa
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
Aurora sem Dia -Machado de Assis
Édipo-Rei -Sófocles
O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
Pai Contra Mãe -Machado de Assis
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
Tito Andrônico -William Shakespeare
Adão e Eva -Machado de Assis
Os Sertões -Euclides da Cunha
Esaú e Jacó -Machado de Assis
Don Quixote -Miguel de Cervantes
Camões -Joaquim Nabuco
Antes que Cases -Machado de Assis
A melhor das noivas -Machado de Assis
Livro de Mágoas -Florbela Espanca
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
Helena -Machado de Assis
Contos -José Maria Eça de Queirós
A Sereníssima República -Machado de Assis
Iliada -Homero
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
Anedota Pecuniária -Machado de Assis
A Carne -Júlio Ribeiro
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
Don Quijote -Miguel de Cervantes
A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
A Semana -Machado de Assis
A viúva Sobral -Machado de Assis
A Princesa de Babilônia -Voltaire
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
Papéis Avulsos -Machado de Assis
Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
Almas Agradecidas -Machado de Assis
Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
Contos Fluminenses -Machado de Assis
Odisséia -Homero
Quincas Borba -Machado de Assis
A Mulher de Preto -Machado de Assis
Balas de Estalo -Machado de Assis
A Senhora do Galvão -Machado de Assis
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
Cinco Minutos -José de Alencar
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
Lucíola -José de Alencar
A Parasita Azul -Machado de Assis
A Viuvinha -José de Alencar
Utopia -Thomas Morus
Missa do Galo -Machado de Assis
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
Hamlet -William Shakespeare
A Ama-Seca -Artur Azevedo
O Espelho -Machado de Assis
Helena -Machado de Assis
As Academias de Sião -Machado de Assis
A Carne -Júlio Ribeiro
A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
Antes da Missa -Machado de Assis
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
A Carta -Pero Vaz de Caminha
LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
A mulher Pálida -Machado de Assis
Americanas -Machado de Assis
Cândido -Voltaire
Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
El Arte de la Guerra -Sun Tzu
Conto de Escola -Machado de Assis
Redondilhas -Luís Vaz de Camões
Iluminuras -Arthur Rimbaud
Schopenhauer -Thomas Mann
Carolina -Casimiro de Abreu
A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
Memorial de Aires -Machado de Assis
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
A última receita -Machado de Assis
7 Canções -Salomão Rovedo
Antologia -Antero de Quental
O Alienista -Machado de Assis
Outras Poesias -Augusto dos Anjos
Alma Inquieta -Olavo Bilac
Colaboração por email de meu amigo Carlos Alves.
A Divina Comédia -Dante Alighieri
A Comédia dos Erros -William Shakespeare
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Cancioneiro -Fernando Pessoa
Romeu e Julieta -William Shakespeare
A Cartomante -Machado de Assis
Mensagem -Fernando Pessoa
A Carteira -Machado de Assis
A Megera Domada -William Shakespeare
A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
A Carta -Pero Vaz de Caminha
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
Macbeth -William Shakespeare
Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
A Tempestade -William Shakespeare
O pastor amoroso -Fernando Pessoa
A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
O Mercador de Veneza -William Shakespeare
A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Arte Poética -Aristóteles
Conto de Inverno -William Shakespeare
Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
A Metamorfose -Franz Kafka
A Cartomante -Machado de Assis
Rei Lear -William Shakespeare
A Causa Secreta -Machado de Assis
Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
Júlio César -William Shakespeare
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Cancioneiro -Fernando Pessoa
Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
A Ela -Machado de Assis
O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Adão e Eva -Machado de Assis
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
A Chinela Turca -Machado de Assis
As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
Poemas Selecionados -Florbela Espanca
As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
Iracema -José de Alencar
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Ricardo III -William Shakespeare
O Alienista -Machado de Assis
Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
A Carteira -Machado de Assis
Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
Senhora -José de Alencar
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
Sonetos -Luís Vaz de Camões
Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
Iracema -José de Alencar
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
O Guarani -José de Alencar
A Mulher de Preto -Machado de Assis
A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
A Pianista -Machado de Assis
Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
A Herança -Machado de Assis
A chave -Machado de Assis
Eu -Augusto dos Anjos
As Primaveras -Casimiro de Abreu
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
Quincas Borba -Machado de Assis
A Segunda Vida -Machado de Assis
Os Sertões -Euclides da Cunha
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
O Alienista -Machado de Assis
Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
Medida Por Medida -William Shakespeare
Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
A Alma do Lázaro -José de Alencar
A Vida Eterna -Machado de Assis
A Causa Secreta -Machado de Assis
14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
Divina Comedia -Dante Alighieri
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
Coriolano -William Shakespeare
Astúcias de Marido -Machado de Assis
Senhora -José de Alencar
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A "Não-me-toques"! -Artur Azevedo
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
Obras Seletas -Rui Barbosa
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
Aurora sem Dia -Machado de Assis
Édipo-Rei -Sófocles
O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
Pai Contra Mãe -Machado de Assis
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
Tito Andrônico -William Shakespeare
Adão e Eva -Machado de Assis
Os Sertões -Euclides da Cunha
Esaú e Jacó -Machado de Assis
Don Quixote -Miguel de Cervantes
Camões -Joaquim Nabuco
Antes que Cases -Machado de Assis
A melhor das noivas -Machado de Assis
Livro de Mágoas -Florbela Espanca
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
Helena -Machado de Assis
Contos -José Maria Eça de Queirós
A Sereníssima República -Machado de Assis
Iliada -Homero
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
Anedota Pecuniária -Machado de Assis
A Carne -Júlio Ribeiro
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
Don Quijote -Miguel de Cervantes
A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
A Semana -Machado de Assis
A viúva Sobral -Machado de Assis
A Princesa de Babilônia -Voltaire
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
Papéis Avulsos -Machado de Assis
Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
Almas Agradecidas -Machado de Assis
Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
Contos Fluminenses -Machado de Assis
Odisséia -Homero
Quincas Borba -Machado de Assis
A Mulher de Preto -Machado de Assis
Balas de Estalo -Machado de Assis
A Senhora do Galvão -Machado de Assis
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
Cinco Minutos -José de Alencar
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
Lucíola -José de Alencar
A Parasita Azul -Machado de Assis
A Viuvinha -José de Alencar
Utopia -Thomas Morus
Missa do Galo -Machado de Assis
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
Hamlet -William Shakespeare
A Ama-Seca -Artur Azevedo
O Espelho -Machado de Assis
Helena -Machado de Assis
As Academias de Sião -Machado de Assis
A Carne -Júlio Ribeiro
A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
Antes da Missa -Machado de Assis
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
A Carta -Pero Vaz de Caminha
LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
A mulher Pálida -Machado de Assis
Americanas -Machado de Assis
Cândido -Voltaire
Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
El Arte de la Guerra -Sun Tzu
Conto de Escola -Machado de Assis
Redondilhas -Luís Vaz de Camões
Iluminuras -Arthur Rimbaud
Schopenhauer -Thomas Mann
Carolina -Casimiro de Abreu
A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
Memorial de Aires -Machado de Assis
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
A última receita -Machado de Assis
7 Canções -Salomão Rovedo
Antologia -Antero de Quental
O Alienista -Machado de Assis
Outras Poesias -Augusto dos Anjos
Alma Inquieta -Olavo Bilac
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