Vivia uma vida boa, não sobrava dinheiro, mas podia obter prazeres e conquistas que o capitalismo oferece. Tudo caminhava tranqüilo quando na virada do século foi surpreendido com uma notícia que revirou sua vida. Fruto de uma relação mundana, beneficiada pela globalização e uma sede oriental de prazer tomou conhecimento de dois filhos bastardos, que nos braços daquela japonesa da qual somente tinha uma vaga lembrança, lhe sorriam crescidinhos.
Eram como seus retratos infantis de olhos puxados, não havia como negar-lhes a paternidade irresponsável. Resultado de seu descontrole e agravando a situação, eram gêmeos, mistura de um orgulho insano e palpitações cardíacas, ainda sem entender o que estava por vir aproximou-se de um deles admirado com seu jeito lhe pegou no colo, incrédulo. Da mãe nem lembrava o nome, pouco importava então, por que não lhe procurara antes, havia tantas coisas que poderia ter feito, era fato!
Enquanto a levava a vida, havia uma gestação paralela que não dava conta de existir e agora estavam diante de seus olhos. Sem saber o que fazer e olhando o menino em seu colo e o outro ainda tímido agarrado à mãe, perguntou a mulher os seus nomes.
Foi assim que conheceu Toduro e Takaro e sua vida nunca mais foi a mesma.
terça-feira, janeiro 31, 2006
quarta-feira, janeiro 25, 2006
Conversa de Supermercado
No caixa do supermercado a Fiscal chega para entregar dinheiro trocado para a operadora e faz o seguinte comentário...
"...Fulana a ordem dos produtos não altera o fator..."
"...Fulana a ordem dos produtos não altera o fator..."
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