Um amigo recente, corujando seu netinho de um ano, me confessou que não tinha pretensão de vê-lo com quinze anos, se formando ou casando e tudo que a vida pode nos oferecer ao longo de seu curso.
Isso me trouxe à mente coisas que minha avó sempre falava ao final de cada ano, indagando se lá estaria no próximo reveilon.
É curioso como nunca nos preocupamos com o momento presente, aquele em que tomamos um chopp, ouvimos uma música, assistimos um futebol, uma CPI, uma corrupção, uma falta de dinheiro, enfim bom ou ruim, nenhum momento é mais feliz do que este que vivemos agora.
Quando crianças queremos ficar mais velhos, quando mais velhos queremos voltar a ser crianças, quando mais velhos ainda pensamos no tempo que nos resta, e agora?
Somos felizes amando, sorrindo ou sofrendo, esse é o nosso tempo, aprecie sem moderação!
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