
A propaganda no shopping me incentivava a descrever o melhor momento vivido com meu pai, naquele momento segui em frente para cumprir meus afazeres. Voltando para casa aquela chamada me fez pensar...
Foi quando ele, me levando pela mão, pela primeira vez me fez entrar no Maracanã, na cadeira azul, por que eu era muito pequeno para assistir na arquibancada. Flamengo 0x1 Santos, gol de Toninho, vi o Pelé jogar e o goleiro do Marco Aurélio fazer ponte, Paulo Henrique era o lateral esquerdo do Flamengo e o Santos... era o Santos.
Foi quando ele, me levando pela mão, pela primeira vez me fez entrar no Maracanã, na cadeira azul, por que eu era muito pequeno para assistir na arquibancada. Flamengo 0x1 Santos, gol de Toninho, vi o Pelé jogar e o goleiro do Marco Aurélio fazer ponte, Paulo Henrique era o lateral esquerdo do Flamengo e o Santos... era o Santos.
Talvez tenha sido quando assisti ao primeiro Fla x Flu, ele levou junto o Cidinho, meu primo, e fomos para a torcida do Fluminense, por que era a primeira vez que o Cidinho ia e ele torcia pro Flu. Flamengo 3 x 1, eu quietinho porque não podia comemorar, na torcida do adversário. Naquele dia aprendi que futebol é arte e rivalidade não é violência, e o Fluminense passou a ser o meu segundo time (mesmo assim adoro quando o Mengão sapeca o Flu) e o Flamengo o segundo time do Cidinho, mesmo que ele não admita.
Pensando bem foi quando ele fez aquele gol, num campeonato de pelada, no Parque Ary Barroso, contra o Maravilha. Nosso time estava mal no campeonato e precisávamos de reforço, contratamos ele, já experiente. Eu estava suspenso, tinha sido expulso no jogo anterior, eu nunca seguia os conselhos dele para ser disciplinado, jogo no final, 2x2, eu de fora torcendo, ele tabela, recebe na frente, toca devagarinho na saída do goleiro, a bola vai...vai... entrando... golaço! Era o gol da vitória, contra um dos favoritos ao título.
Mas, pode ter sido, quando em uma disputa de casados contra solteiros ele ainda mostrando sua categoria, ganhou da garotada e ainda tirou onda dando chupeta para a rapaziada e fez questão de fotografar. Houve revanche, ganhamos e distribuímos carteirinhas de sacana para os coroas.
Não, acho foram as festas que ele fazia, os personagens que vivia, com sua criatividade divertia a todos.
Pô, ia esquecendo a festa Helloween, ele fantasiado estava demais, foi o ponto alto da festa, curtindo e fazendo a diversão do pessoal que participou.
Foi quando me ensinou a nadar, mesmo sem saber. Quando o Flamengo era campeão e ele comprava a faixa, quando ele troca meu nome pelo do tio Diney. Quando me acorda cedinho no sábado ou domingo chamando para ir para ir à praia ou liga à noite pra saber se temos algum programa, quando dorme no sofá, quando conversou com a mensagem no celular, quando leva o neto pra pescar, quando pescou com isca de ração para gato, quando torce por mim e isso foi durante toda a vida.
Quando é chato, rabugento, implicante, irresponsável, brigão, amigo, jovem, participante, carismático e presente em todos os momentos da minha vida, um paizão!
Obrigado por você ser como você é!
Pensando bem foi quando ele fez aquele gol, num campeonato de pelada, no Parque Ary Barroso, contra o Maravilha. Nosso time estava mal no campeonato e precisávamos de reforço, contratamos ele, já experiente. Eu estava suspenso, tinha sido expulso no jogo anterior, eu nunca seguia os conselhos dele para ser disciplinado, jogo no final, 2x2, eu de fora torcendo, ele tabela, recebe na frente, toca devagarinho na saída do goleiro, a bola vai...vai... entrando... golaço! Era o gol da vitória, contra um dos favoritos ao título.
Mas, pode ter sido, quando em uma disputa de casados contra solteiros ele ainda mostrando sua categoria, ganhou da garotada e ainda tirou onda dando chupeta para a rapaziada e fez questão de fotografar. Houve revanche, ganhamos e distribuímos carteirinhas de sacana para os coroas.
Não, acho foram as festas que ele fazia, os personagens que vivia, com sua criatividade divertia a todos.
Pô, ia esquecendo a festa Helloween, ele fantasiado estava demais, foi o ponto alto da festa, curtindo e fazendo a diversão do pessoal que participou.
Foi quando me ensinou a nadar, mesmo sem saber. Quando o Flamengo era campeão e ele comprava a faixa, quando ele troca meu nome pelo do tio Diney. Quando me acorda cedinho no sábado ou domingo chamando para ir para ir à praia ou liga à noite pra saber se temos algum programa, quando dorme no sofá, quando conversou com a mensagem no celular, quando leva o neto pra pescar, quando pescou com isca de ração para gato, quando torce por mim e isso foi durante toda a vida.
Quando é chato, rabugento, implicante, irresponsável, brigão, amigo, jovem, participante, carismático e presente em todos os momentos da minha vida, um paizão!
Obrigado por você ser como você é!
Feliz Dia dos Pais!
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