‘Deixando a profundidade de lado...” estamos vivendo um tempo onde se valoriza o rápido, a conexão, a informação, o raciocínio, o drible, a notícia, o tempo recorde nas olimpíadas não depende somente da força do ser humano, depende de tecnologia, de estudos, equipamentos e acessórios que tornem o ser humano, atleta capaz de ser mais rápido do que ele imagina. Assimilamos tão bem essa idéia de velocidade que vivemos descartando tudo em nossa volta. Na música, no futebol, na natureza, no amor, na arte, na televisão.
Ontem é velho!
Ler aquela revista de seis meses atrás na sala de espera é como se estivéssemos há anos de distancia daquele assunto.
Aquele CD que se comenta já foi sucesso e ninguém lembra mais, você é capaz de escalar o seu time de coração do ano passado?
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